A partir dos 7 ou 8 anos de idade, o corpo da criança passa por muitas mudanças.
Nessa fase, o crescimento se acelera e os primeiros sinais de problemas na coluna podem começar a aparecer.
Por isso, é fundamental que os pais fiquem atentos à saúde da coluna de crianças e adolescentes a partir de 7, 8 anos.

Alterações posturais como escoliose, hiperlordose e hipercifose são mais comuns nessa idade e, muitas vezes, passam despercebidas no início.
A boa notícia é que, com uma avaliação ortopédica adequada, é possível identificar os problemas precocemente e iniciar o tratamento correto, garantindo que a criança continue crescendo de forma saudável e sem limitações.
Neste artigo, você vai entender:
- Por que essa fase da infância merece atenção especial.
- Quais são os principais problemas de coluna nessa idade.
- Quando procurar um ortopedista pediátrico.
- Como é feita a avaliação e quais são os tratamentos mais indicados.
Por que escolher o Dr. Guaracy Carvalho Filho como ortopedista dos seus filhos?
Cuidar da saúde ortopédica de crianças e adolescentes exige muito mais do que conhecimento técnico.
É necessário ter experiência, sensibilidade e um olhar atento ao desenvolvimento de cada fase da infância e adolescência.
O Dr. Guaracy Carvalho Filho reúne todos esses atributos.
Sua trajetória é marcada por mais de 38 anos dedicados à Ortopedia Pediátrica e Geral, acompanhando milhares de famílias com uma abordagem personalizada e atenta às necessidades individuais de cada paciente.
Hoje, seu consultório em São José do Rio Preto – SP é reconhecido como referência no diagnóstico e tratamento ortopédico infantil.
Formação sólida e trajetória de excelência
A base da carreira do Dr. Guaracy é construída em instituições de grande prestígio na área médica.
Sua formação inclui:
- Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP.
- Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), um dos maiores centros de formação médica do país.
- Mestrado e Doutorado em Ortopedia e Traumatologia pela USP, com foco em diagnóstico e tratamento de problemas ortopédicos complexos.
- Especialização internacional na Itália, com o Método Ilizarov, técnica voltada para correção de deformidades ósseas, tratamento de fraturas complexas e infecções ósseas.
Essa base sólida se reflete diretamente na qualidade dos atendimentos, com:
- Diagnósticos precisos.
- Tratamentos eficazes e seguros.
- Orientações claras e personalizadas para as famílias.

Reconhecimento nacional e contribuição para a formação médica
Além da prática clínica, o Dr. Guaracy tem uma participação ativa na formação de novos médicos.
Sua atuação inclui:
- Professor Adjunto da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), contribuindo diretamente para o ensino da Ortopedia Pediátrica.
- Examinador Oficial de Residentes há mais de 23 anos, avaliando médicos de todo o Brasil que buscam o título de especialista em Ortopedia e Traumatologia.
- Membro Fundador da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica, entidade de grande relevância na área.
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), com reconhecimento do MEC e da Associação Médica Brasileira (AMB).
Essa combinação de prática clínica, ensino e participação em entidades médicas garante que seus pacientes tenham acesso a um acompanhamento sempre atualizado, seguro e baseado nas melhores práticas da medicina ortopédica.
Atendimento humano e visão global do desenvolvimento infantil
Por trás dos títulos e da experiência acadêmica, está um médico que valoriza a escuta, o cuidado individualizado e o respeito às particularidades de cada fase da infância.
O Dr. Guaracy alia sua experiência clínica a uma abordagem cuidadosa, com atenção a:
- O ritmo de desenvolvimento de cada criança.
- As características físicas e biomecânicas individuais.
- As necessidades específicas de cada fase do crescimento.
Além disso, sua experiência como Perito Médico há mais de 10 anos amplia sua visão clínica, permitindo:
- Elaboração de laudos técnicos especializados.
- Avaliações ortopédicas detalhadas para casos complexos.
- Análises seguras e completas para cada paciente.
Se você procura um ortopedista pediátrico com formação sólida, reconhecimento nacional e uma abordagem humana e responsável, o Dr. Guaracy Carvalho Filho é uma escolha que une:
- Confiança.
- Ciência.
- Dedicação ao desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes.
Por que a avaliação da coluna é importante a partir dos 7 ou 8 anos de idade?
Entre os 7 e 8 anos de idade, a criança entra em uma fase de crescimento acelerado.
É nesse período que o corpo começa a se preparar para as mudanças da pré-adolescência.
A coluna vertebral, que dá sustentação ao corpo, também passa por adaptações importantes.

Mudanças corporais nessa faixa etária
Com o crescimento rápido, é comum que a criança:
- Mude a postura de forma involuntária.
- Adote posições incorretas ao sentar ou carregar mochila.
- Passe mais tempo em frente a telas, prejudicando o alinhamento da coluna.
Esses fatores, somados a características genéticas, podem favorecer o surgimento de alterações posturais.
Prevenção de problemas futuros
A avaliação ortopédica a partir dos 7 ou 8 anos tem como objetivo:
- Identificar precocemente desvios na coluna, como escoliose, hiperlordose ou hipercifose.
- Avaliar o alinhamento dos ombros, quadris e joelhos.
- Observar a forma como a criança se movimenta e se posiciona.
- Orientar os pais sobre hábitos posturais saudáveis.
Detectar qualquer alteração nessa fase permite iniciar o tratamento enquanto a criança ainda está em crescimento, o que aumenta as chances de correção com métodos simples.
Avaliação regular faz a diferença
Mesmo que a criança não apresente dor ou queixas específicas, a avaliação da coluna deve fazer parte do acompanhamento de rotina a partir dessa idade.
O acompanhamento com um ortopedista pediátrico garante que possíveis problemas sejam tratados antes de se tornarem mais graves.
Principais problemas de coluna em crianças e adolescentes
A partir dos 7 ou 8 anos de idade, algumas alterações na coluna começam a surgir com mais frequência.
Nem sempre essas mudanças causam dor no início, mas podem evoluir com o tempo se não forem acompanhadas.
Conhecer os problemas mais comuns ajuda os pais a ficarem atentos aos sinais.
Escoliose
A escoliose é uma curvatura lateral da coluna, que forma um “S” ou um “C” quando vista de costas.
Ela costuma aparecer justamente nessa faixa etária e pode evoluir durante a fase de crescimento.
Quanto mais cedo for diagnosticada, maiores as chances de correção com métodos simples.
Hiperlordose lombar
A hiperlordose é o aumento exagerado da curvatura natural da coluna na região lombar.
Pode deixar a criança com o quadril projetado para frente e a barriga mais saliente.
Essa condição pode ser causada por:
- Fraqueza muscular.
- Má postura ao sentar.
- Alterações no alinhamento das pernas.
Hipercifose torácica
Também conhecida como corcunda, a hipercifose é o aumento da curvatura na parte superior das costas.
Geralmente, os pais percebem que a criança está com os ombros caídos ou com a postura muito inclinada para frente.
Fatores como má postura, uso prolongado de eletrônicos e fraqueza dos músculos das costas podem contribuir para o problema.

Outras alterações posturais
Além das principais, também podem surgir:
- Assimetria nos ombros.
- Inclinação lateral do tronco.
- Diferenças na altura dos quadris.
Esses sinais indicam a necessidade de uma avaliação detalhada com o ortopedista pediátrico.
Detectar e tratar esses problemas ainda na infância é a melhor forma de garantir uma coluna saudável durante o crescimento e na vida adulta.
O que é escoliose e por que ela costuma aparecer nessa faixa etária?
A escoliose é uma alteração que provoca uma curvatura anormal da coluna para o lado, formando um “C” ou um “S” quando a criança é vista de costas.
Ela é uma das condições ortopédicas mais comuns na infância e adolescência, especialmente a partir dos 7 ou 8 anos de idade.

Por que a escoliose costuma surgir nesta fase?
Entre os 7 e 8 anos, o corpo da criança entra em um período de crescimento acelerado.
Esse crescimento rápido, combinado com fatores genéticos e posturais, pode favorecer o surgimento da escoliose.
Além disso, nessa fase, a criança passa mais tempo sentada, seja na escola ou usando eletrônicos, o que pode agravar alterações posturais.
Outro motivo é que muitos casos de escoliose não causam dor no início, o que faz com que o problema só seja percebido quando já está mais avançado.
Tipos de escoliose mais comuns na infância
Os tipos mais frequentes nessa faixa etária são:
- Escoliose idiopática:
É a forma mais comum. Surge sem uma causa conhecida, geralmente em crianças saudáveis.
Costuma aparecer entre os 7 e 12 anos.
- Escoliose postural:
Resulta de hábitos de postura incorreta, mas tende a ser mais leve e reversível com orientação adequada.
- Escoliose secundária:
Relacionada a outras condições de saúde, como problemas neuromusculares. É menos comum.
Como os pais podem perceber a escoliose?
Os sinais mais comuns incluem:
- Um ombro mais alto que o outro.
- Quadril desalinhado.
- Inclinação do tronco para um lado.
- Mudança na forma como a criança veste roupas (a camiseta pode parecer torta).
- Proeminência de uma costela ao se curvar para frente.
Se qualquer um desses sinais for notado, é importante agendar uma consulta com o ortopedista pediátrico.
Quanto mais cedo a escoliose for diagnosticada, maiores as chances de tratamento com métodos simples, sem necessidade de cirurgia.
Outras alterações posturais comuns: hiperlordose e hipercifose
Além da escoliose, outras alterações posturais podem afetar a coluna de crianças e adolescentes a partir dos 7 ou 8 anos de idade.
As mais comuns são a hiperlordose lombar e a hipercifose torácica.
O que é hiperlordose lombar?
A hiperlordose é o aumento exagerado da curvatura natural da região lombar (parte inferior das costas).
Ela faz com que o quadril fique projetado para frente e a barriga mais aparente.

Causas mais frequentes:
- Fraqueza nos músculos abdominais e glúteos.
- Alterações na pelve.
- Postura inadequada ao sentar ou ficar em pé por longos períodos.
Sinais que os pais podem notar:
- Postura com o quadril muito inclinado para frente.
- Queixa de dor lombar após esforço físico.
- Dificuldade para manter a coluna reta ao ficar de pé.
O que é hipercifose torácica?
A hipercifose, popularmente conhecida como “corcunda”, é o aumento da curvatura na região superior da coluna.
Ela faz com que os ombros fiquem caídos e o tronco inclinado para frente.
Causas mais comuns:
- Má postura prolongada.
- Fraqueza nos músculos das costas.
- Uso excessivo de dispositivos eletrônicos em posições inadequadas.
- Em casos mais raros, alterações estruturais da coluna, como a Doença de Scheuermann.
Sinais que merecem atenção:
- Ombros muito projetados para frente.
- Coluna arredondada ao sentar.
- Dificuldade para manter a postura ereta.
- Dor nas costas após atividades prolongadas.
Por que essas alterações precisam ser acompanhadas?
Se não forem identificadas e tratadas, a hiperlordose e a hipercifose podem causar:
- Dores crônicas.
- Limitação nos movimentos.
- Alterações permanentes na postura.
- Problemas respiratórios, nos casos mais graves de hipercifose.
Por isso, qualquer alteração na postura da criança deve ser avaliada por um ortopedista pediátrico, que poderá indicar o melhor tratamento.
Sinais que indicam a necessidade de procurar um ortopedista
Nem toda alteração na postura significa um problema grave.
Mas alguns sinais merecem atenção especial e devem ser avaliados por um ortopedista pediátrico.
O diagnóstico precoce é fundamental para garantir que a coluna da criança cresça de forma saudável e sem complicações futuras.

Principais sinais de alerta
Os pais devem procurar um especialista se notarem:
- Um ombro mais alto que o outro.
- Inclinação do tronco para um lado.
- Quadril desalinhado.
- Coluna muito curvada para frente ou para trás.
- Dificuldade para manter a postura ereta.
- Queixas frequentes de dor nas costas, mesmo que leve.
- Cansaço rápido ao ficar em pé ou sentado por longos períodos.
- Alterações visíveis na forma de andar ou de se posicionar.
Mudanças nos hábitos da criança
Outros sinais importantes incluem:
- Evitar atividades físicas por desconforto nas costas.
- Reclamações de dor ao carregar a mochila escolar.
- Resistência em permanecer sentado por muito tempo.
Esses comportamentos podem indicar que a coluna está sobrecarregada ou que existe alguma alteração estrutural.
Quando agir com mais urgência
A busca por atendimento especializado deve ser imediata se a criança apresentar:
- Dor intensa e constante nas costas.
- Perda de força ou formigamento nos braços ou pernas.
- Limitação importante nos movimentos.
Esses sintomas podem indicar problemas mais sérios e exigem avaliação rápida.
Ao perceber qualquer uma dessas alterações, o ideal é agendar uma consulta com um ortopedista pediátrico.
Com o acompanhamento correto, é possível corrigir a maioria das alterações posturais de forma simples e eficaz.
Como é feita a avaliação da coluna por um ortopedista pediátrico?
A avaliação da coluna de crianças e adolescentes a partir dos 7 ou 8 anos é um processo simples, seguro e não doloroso.
O objetivo é identificar precocemente qualquer alteração postural ou estrutural que possa afetar o crescimento.

Entrevista com os pais e com a criança
O primeiro passo é uma conversa detalhada.
O ortopedista pergunta sobre:
- Quando os pais perceberam a alteração na postura.
- Se há queixas de dor nas costas.
- Hábitos diários da criança, como o tempo sentado, atividades físicas e uso de eletrônicos.
- Histórico de problemas de coluna na família.
Essa etapa ajuda a entender o contexto e a rotina da criança.
Avaliação postural
O médico pede que a criança fique em pé, de costas e de lado, para observar:
- Alinhamento dos ombros.
- Nível dos quadris.
- Inclinação lateral do tronco.
- Curvaturas naturais da coluna.
- Presença de deformidades visíveis.
O ortopedista também pode pedir que a criança se curve para frente. Esse teste simples, chamado de teste de Adams, ajuda a identificar possíveis casos de escoliose.
Avaliação da mobilidade
O médico analisa a capacidade da criança de:
- Dobrar o tronco para frente e para os lados.
- Girar a coluna.
- Manter a postura por alguns segundos.
Essa análise avalia se há limitação de movimento ou rigidez.
Exames complementares, quando necessários
Se houver suspeita de alguma alteração mais significativa, o ortopedista pode solicitar exames de imagem, como radiografias.
Mas vale reforçar que, em muitos casos, a avaliação clínica já é suficiente para dar as primeiras orientações.
Com uma avaliação completa e individualizada, o ortopedista pediátrico consegue identificar se há necessidade de tratamento ou apenas de acompanhamento periódico.
Exames mais indicados para investigar alterações na coluna infantil
Na maioria dos casos, o ortopedista pediátrico consegue fazer uma boa avaliação apenas com a observação clínica e os testes de movimento.
Mas, quando existe suspeita de alterações estruturais ou quando o médico precisa avaliar o grau de um problema, alguns exames de imagem podem ser solicitados.

Radiografia da coluna
A radiografia é o exame mais comum e o primeiro a ser solicitado em casos de:
- Suspeita de escoliose.
- Avaliação de hiperlordose ou hipercifose.
- Monitoramento da evolução de uma curvatura já diagnosticada.
Com esse exame, o médico consegue medir com precisão o grau de desvio da coluna.
Ressonância magnética
A ressonância magnética é indicada quando há necessidade de investigar:
- Alterações nos discos intervertebrais.
- Problemas neurológicos.
- Lesões que não aparecem na radiografia.
- Casos mais complexos de escoliose.
Ela fornece imagens detalhadas de ossos, músculos, ligamentos e nervos.
Tomografia computadorizada
É menos comum em crianças, mas pode ser usada em situações específicas, principalmente para avaliar detalhes ósseos antes de um possível tratamento cir
Avaliação da idade óssea
Em casos onde o tratamento depende do estágio de crescimento da criança, o ortopedista pode solicitar uma radiografia da mão e do punho para calcular a idade óssea.
Esse exame ajuda a prever quanto a criança ainda vai crescer, o que influencia na escolha do tratamento.
Exames só quando realmente necessários
O ortopedista pediátrico sempre avalia o caso com cuidado antes de pedir exames.
O objetivo é evitar exposição desnecessária a radiação e garantir que cada exame solicitado seja realmente importante para o diagnóstico e o planejamento do tratamento.
Por que o diagnóstico precoce faz diferença no tratamento?
Quando o assunto é coluna de crianças e adolescentes a partir de 7, 8 anos, o diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento.
Isso porque a coluna ainda está em fase de crescimento e desenvolvimento.
Alterações posturais ou estruturais identificadas cedo têm mais chances de serem corrigidas com métodos simples e não invasivos.

Benefícios do diagnóstico precoce
Detectar o problema nas fases iniciais permite:
- Iniciar o tratamento antes que a alteração piore.
- Evitar que a curvatura da coluna aumente com o crescimento.
- Reduzir a necessidade de uso prolongado de coletes ortopédicos.
- Diminuir o risco de cirurgias no futuro.
- Corrigir a postura com acompanhamento e exercícios.
- Melhorar a qualidade de vida e o bem-estar da criança.
Tratamentos mais simples e eficazes
Quando a avaliação é feita no início da alteração, o tratamento pode incluir:
- Reeducação postural.
- Fortalecimento muscular com fisioterapia.
- Acompanhamento periódico para monitorar a evolução.
Em casos de escoliose leve, por exemplo, o acompanhamento clínico com observação regular pode ser suficiente para controlar o quadro.

Riscos de não diagnosticar a tempo
Deixar um problema na coluna sem diagnóstico pode levar a:
- Aumento progressivo da curvatura.
- Dor crônica na adolescência e na vida adulta.
- Limitações nas atividades físicas.
- Problemas respiratórios, nos casos de escoliose mais grave.
- Necessidade de cirurgias corretivas.
Por isso, a avaliação da coluna, mesmo sem sintomas, é uma medida de prevenção que faz toda a diferença na saúde a longo prazo.
Quais são os tratamentos mais usados para problemas na coluna de crianças e adolescentes?
O tratamento para alterações na coluna de crianças e adolescentes a partir dos 7 ou 8 anos varia de acordo com o tipo e a gravidade do problema identificado.
Quanto mais precoce o diagnóstico, mais simples tende a ser a abordagem.
Tratamentos posturais e preventivos
Para casos leves ou alterações posturais iniciais, o ortopedista pode recomendar:
- Orientações posturais: ensinando a criança a sentar, andar e carregar mochila de forma correta.
- Atividades físicas: como natação ou pilates infantil, que ajudam a fortalecer a musculatura das costas.
- Fisioterapia: com foco em alongamento, fortalecimento e reeducação postural.
Essas medidas são eficazes para corrigir desvios leves e prevenir a progressão.

Uso de coletes ortopédicos
Nos casos de escoliose com grau moderado, o uso de colete pode ser indicado.
O objetivo do colete é:
- Controlar a evolução da curvatura durante a fase de crescimento.
- Evitar que o problema avance a ponto de precisar de cirurgia.
O uso é monitorado pelo ortopedista, com ajustes periódicos conforme a criança cresce.
Cirurgias corretivas
Em casos graves ou quando o tratamento conservador não é suficiente, a cirurgia pode ser necessária.
Ela é indicada principalmente quando a escoliose ultrapassa determinado grau de curvatura e há risco de impacto na função respiratória ou na qualidade de vida.
A decisão por cirurgia é sempre feita com muita cautela, levando em conta:
- Idade da criança.
- Grau da curvatura.
- Fase de crescimento.
- Impacto na saúde geral.
Acompanhamento contínuo
Independentemente do tratamento escolhido, o acompanhamento regular com o ortopedista pediátrico é essencial.
Isso permite:
- Monitorar a evolução da coluna.
- Ajustar o plano de tratamento conforme a criança cresce.
- Garantir que a resposta ao tratamento seja a melhor possível.
Com orientação especializada e acompanhamento correto, a maioria das crianças consegue manter a saúde da coluna e evitar problemas futuros.
Como cuidar da saúde da coluna durante o crescimento?
Manter a saúde da coluna de crianças e adolescentes a partir dos 7 ou 8 anos é fundamental para garantir um crescimento equilibrado e prevenir problemas futuros.
Algumas atitudes simples no dia a dia fazem toda a diferença.

Cuidados com a postura
A orientação postural deve começar em casa e na escola.
É importante ensinar a criança a:
- Sentar com as costas apoiadas no encosto da cadeira.
- Evitar ficar curvada ao usar celular, tablet ou computador.
- Alternar períodos de estudo com momentos de alongamento e movimento.
- Ajustar a altura da mesa e da cadeira ao tamanho da criança.
Escolha adequada da mochila escolar
A mochila também pode influenciar a saúde da coluna.
Recomendações importantes:
- Escolher mochilas com alças largas e acolchoadas.
- Incentivar o uso nas duas alças, para distribuir o peso.
- Manter o peso da mochila dentro do limite recomendado, que é até 10% do peso corporal da criança.
Incentivo à atividade física
Exercícios são fundamentais para fortalecer os músculos que sustentam a coluna.
Atividades como:
- Natação.
- Dança.
- Artes marciais.
- Alongamentos.
- Pilates infantil.
Além de fortalecer a musculatura, a prática regular melhora o equilíbrio e a coordenação motora.
Pausas durante o uso de eletrônicos
Com o aumento do tempo de tela, é essencial estabelecer limites.
A cada 30 a 40 minutos de uso de celular, tablet ou computador, oriente a criança a:
- Levantar.
- Se alongar.
- Mudar de posição.
Essas pequenas pausas ajudam a prevenir sobrecarga na coluna.
Acompanhamento médico regular
Mesmo com todos esses cuidados, consultas periódicas com o ortopedista pediátrico são importantes, principalmente durante as fases de crescimento acelerado.
O médico pode:
- Detectar precocemente qualquer alteração.
- Reforçar as orientações posturais.
- Indicar, se necessário, exercícios específicos ou tratamentos complementares.
Com atenção, prevenção e acompanhamento, é possível garantir uma coluna saudável durante toda a infância e adolescência.
A partir dos 7 ou 8 anos de idade, o cuidado com a coluna de crianças e adolescentes se torna ainda mais importante.
É nessa fase que o corpo passa por mudanças rápidas, e as primeiras alterações posturais podem surgir.
Condições como escoliose, hiperlordose e hipercifose podem se desenvolver de forma silenciosa. Por isso, a avaliação ortopédica é essencial mesmo que a criança não apresente dor.
Com um diagnóstico precoce e o acompanhamento de um ortopedista pediátrico, é possível corrigir as alterações ainda nas fases iniciais, com tratamentos simples e não invasivos na maioria dos casos.
Além disso, hábitos saudáveis no dia a dia, como manter uma boa postura, praticar atividades físicas e cuidar do peso da mochila escolar, são aliados importantes para a saúde da coluna durante o crescimento.
Ao menor sinal de mudança na postura, dor nas costas ou qualquer dúvida, procure orientação especializada.
Cuidar da coluna agora é garantir mais qualidade de vida no futuro.